Lembramos a todos nosso protocolo com a INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, o qual já começou a dar frutos!
Este protocolo abrange todos os funcionários da INCM e também os seus filhos.
Para informações ou marcação de consultas, contacte a Drª Inês Marques Batata – 91 330 29 39
Este insólito vídeo de um assalto mostra-nos como a vítima, um senhor de cerca de 70 anos, conseguiu não só evitar que a situação se tornasse violenta como também tomar ele o controlo… para isso, com grande sangue-frio e presença de espírito, foi ao ponto fraco da motivação do assaltante: a emoção. Não é para todos!
É batida a frase que diz que a imaginação é mais importante do que o conhecimento.
Cedemos ao lugar-comum para elogiar o trabalho de Theo Jansen, um inventor/excêntrico (?) que no banal vê o potencial e trabalha-o até torná-lo extraordinário.
Assim nasce o Animaris Siamesis, animal artificial que se move graciosamente somente pela acção do vento, deixando-nos desconcertados pela pergunta que fica: será que está vivo?
No Dia dos Namorados, não se moa se não tem parelha.
A revista Time documenta, num artigo escrito com humor, um estudo científico que procurou desvendar se e como é que a rejeição amorosa interfere com o nosso funcionamento cerebral, cognitivo… e comportamental. E o facto é que nos mexe com o ‘computador central’! Veja aqui.
Tanto assim que Helen Fisher, antropóloga biológica e co-autora do estudo, se sentiu contagiada pela dor dos participantes do estudo e disse nunca mais querer fazer nada assim. E esta, hein?
Mas há esperança: os cientistas também explicam que a dor emocional que sentimos quando somos rejeitados ou abandonados pela pessoa amada tem uma função bio-social e é necessária (…até recomendada, acrescentamos nós!) para ultrapassar o desgosto fazendo um balanço mais realista da relação. É que é difícil zangarmo-nos com uma pessoa quando nos lembramos sempre dela ao pôr-do-sol e nunca nos lembramos daquela maneira que tinha de cortar as unhas dos pés.
Texto pela Drª Inês Marques Batata, Psicóloga Clínica
A SIC emitiu, no âmbito do programa Grande Reportagem, o trabalho «Sozinhos em Casa», mergulhando no universo de pessoas adultas que vivem sozinhas.
É de louvar o facto de, havendo espaço – e principalmente vontade – para isso, os jornalistas não terem optado por uma abordagem facilitista, previsível e por isso mesmo também menos estimulante do tema.
Num trabalho que compreendeu adultos ‘maduros’ (como agora se usa chamar) de contexto urbano e mais sofisticado mas também pessoas de contexto socio-económico mais humilde, são retratadas as opiniões e principalmente as vivências de homens e mulheres que na sequência desta ou aquela cisrcunstância de vida acabaram por ir viver sozinhos e assim decidiram fazer a sua vida.
Mas não haja ilusões. Não são apenas retratadas as vantagens da independência, dos horários livres e de não ter de dar satisfações a ninguém. Há lugar para o futuro. Para aquilo que se prevê e aquilo que se deseja. Nem todas as pessoas são irresponsáveis imaturas; nem todas as pessoas são solteironas amarguradas; nem todas as pessoas são ideais de independência imune à solidão ou isentas de desejo de partilhar a vida com outra.
É o bom desta reportagem: foge dos estereótipos sem recusar a realidade.
E desse lado? Quem já viveu ou vive sozinho? Se nunca teve essa experiência, como a imagina? O que significaria viver só por conta própria?